quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A CRIAÇÃO DE GADO NO NORDESTE DO BRASIL

FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO DE UM BEZERRO, NO PARQUE DE EXPOSIÇÕES NO BAIRRO DO CORDEIRO, NA CAPITAL RECIFE NO ESTADO DE PERNAMBUCO BRASIL 





No nordeste do Brasil a criação de gado, é uma tradição secular passada de pai pra filho. Toda essa tradição começou aqui com a introdução, e com as bases fixas da economia açucareira na colonia portuguesa do Brasil. Não foi apenas a economia que se desenvolveu com os canaviais, e a criação de gado. Mas ,uma cultura regional. Que se expandiu, e trouxe maior produtividade e novos meios de subsistências. Novas tradições e costumes foram passados, e muitos oficios baseados na cultura do couro e da criação. As  tradições que foram passando e resistindo com o decorrer dos séculos e se inovando. Tanto que cidades foram criadas por causas das feiras que comercializavam os animais, e os produtos feitos com derivados de origem animal como por exemplo : leite,queijo, chapéus, bolças, botas, etc. 

O povo nordestino é conhecido por sua bravura, honra e disciplina no trabalho.  E isso se reflete no trabalho no campo, com a criação de animais e no cuidado com o as demais atividades campestres. Mas tudo isso não começou do nado. Teve um processo histórico do qual levou a conjuntura atual nos meios de criação, e no desenvolvimento de tradições que são umas das principais marcas características de nosso povo no semi árido.

Com o mercado açucareiro em grande desenvolvimento.  A mão de obra não era o suficiente para movimentar as atividades no processo de produção de açúcar e algodão. E também precisando preparar a terra para o plantio dos canaviais.  As alternativas vigentes nos engenhos não supriam as dificuldades e necessidades. Então a melhor alternativa pensada era trazer o gado para o nordeste do Brasil, para ajudar na mão de obra dos escravos.
Nos primeiros anos de desenvolvimento e criação das vilas, toda uma cultura se centralizava no litoral, perto dos canaviais. E com o decorrer do tempo novas vilas foram criadas, e se expandiram para a zona da mata dos estados nordestinos. Então em 1530 os primeiros gados foram trazidos para os estados da Bahia e Pernambuco. Que eram as grandes  potencias econômicas na industria açucareira.

Os bois foram utilizados, por sua grande força física, nos engenhos de cana de açúcar, para tração. As moendas, que eram maquinas rusticas. Feitas com madeira, com eixos giratórios. Eram movimentadas, pelos bois, que eram conduzidos e inspecionados muitas vezes pelos escravos. Com os bois girando a moenda, causava uma forte pressão. Do qual se era extraído, o caldo da cana. O liquido que era o ponto inicial para o fabrico de açúcar, ou rapadura( doce tipico do nordeste do Brasil feito de cana de açúcar ) era recolhido e armazenado, para depois ser utilizado os meios e recursos necessários para a fabricação dos produtos.

O gado não trabalhava apenas na moenda. Mas, também em veículos chamados de carros de boi. Era um tipo de carro de tração animal , movimentada por bois que caminhavam em pares. Estes carros de boi não serviam só mente para levar pessoas. Mas, também para levar canas, madeira, leite e os derivados produzidos nos engenhos. Com o decorrer do tempo os derivados de origem bovina começaram a ser consumidos como, leite, carne, queijo, couro e etc. Isso fez com que novos mercados e potenciais consumidores fossem criados no nordeste do Brasil. Assim a prosperidade e grande potencial de mercado não se baseava unicamente da cana de açúcar. Mas, de toda uma cultura criada com um aspecto regional, e tradicionalmente rural implantada na zona da mata e litoral nordestino.



Com todo esse potencial de produção e cultura sendo desenvolvida, outros estados do nordeste começaram a levar para seus engenhos bois. Desta maneira os potenciais de mercado nordestino se intensificaram. Assim, a expansão açucareira se diversificou pelo litoral do nordeste. Criando um cenário tipico das colônias sul americanas no Brasil.


E pessoal temos um projeto, de uma escola e estamos precisando de doações. Quem puder nos ajudar, não precisa ser necessariamente com dinheiro. Estamos recebendo como doação livros,estantes, prateleiras,cadeiras, mesas, quadros,e estamos em especial,estamos precisando do espaço físico. Se puderem nos ajudar, entrem em contato. Serão dadas aulas de :desenho,pintura, serigrafia, animação, noções administrativas,história geral, história do Brasil, história do nordeste, história de Pernambuco, inglês, francês, espanhol e libras. As aulas serão apenas nos sábados. Das 9 horas da manhã até as 17 horas. Muito obrigado aos que puderem ajudar e fiquem todos com Deus.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

VER PERNAMBUCO + NA CAPOEIRA

FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO DA ASSOCIAÇÃO DE CAPOEIRA AXÉ IÚNA NA CASA DA CULTURA EM JABOATÃO DOS GUARARAPES PERNAMBUCO BRASIL 
As diferentes etnias e povos vindos do continente africano, trouxeram grandes contribuições para o Brasil no aspecto cultural.

Com eles foram trazidas as diversas palavras de idiomas vindos de diferentes tribos e etnias provenientes da Africa. Que com o decorrer do tempo, assimilaram o Brasil como sua nova terra. E decidiram coabitar aqui, dando sua contribuição nos aspectos tradicionais, que existem hoje.
FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO DA ASSOCIAÇÃO DE CAPOEIRA AXÉ IÚNA NA CASA DA CULTURA EM JABOATÃO DOS GUARARAPES PERNAMBUCO BRASIL 

Com o constante processo de aproximação e miscigenação do povo brasileiro. As diferenças linguísticas foram se distanciando. Esse processo foi acontecendo no decorrer dos séculos, e fazendo com que as palavras fossem assimiladas, e utilizadas no cotidiano. Os diferentes idiomas oriundos do continente africano, tornaram se parte integrante e conciliadora. Para se ter uma maior aceitação na sociedade.  Fazendo parte do vocabulário popular, da linguá portuguesa falada no Brasil.

Com as batalhas travadas entre os portugueses, e holandeses em Pernambuco. Os escravos acabaram tendo uma oportunidade e tempo. Para que pudessem executar seus planos de suas respectivas e futuras fugas. E sendo assim, para tentar adquirir liberdade. E com saudades de sua terra natal levar com eles suas tradições religiosas, vocabulários, danças, técnicas de combate corpo a corpo e culinárias. Que na época da escravidão não eram muito aceitas. Mas, que seriam posteriormente passadas para outas classes da sociedade brasileira.
FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO DA ASSOCIAÇÃO DE CAPOEIRA AXÉ IÚNA NA CASA DA CULTURA EM JABOATÃO DOS GUARARAPES PERNAMBUCO BRASIL 

Estando longe da repressão e de seus algoses e senhores. Algumas tribos acabaram desenvolvendo em seus isolamentos meios, e suas próprias características culturais. Sendo assim, criadas novas tradições e costumes. Que posteriormente seriam passadas de geração a geração. Tribos como Iorubas e Bantos tinha contanto constatante nas senzalas.


Com o decorrer do tempo os negros adquiriram novos hábitos, e modificaram os seus próprios costumes. Dando uma contribuição de valor inestimável, para a cultural brasileira. No processo de desenvolvimento e aceitação de suas raízes étnicas e miscigenadas. Muito tempo se passou para que se obteve se uma real aceitação na sociedade.
FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO DA ASSOCIAÇÃO DE CAPOEIRA AXÉ IÚNA NA CASA DA CULTURA EM JABOATÃO DOS GUARARAPES PERNAMBUCO BRASIL 

Passando novos  hábitos para seus patrícios e senhores. Que a principio não viam com bons olhos a aceitação de costumes de outros povos. Com isso as artes de defesa e filosofia dos antigos mestres foram usadas de maneira dissimulada, nas tribos Bantos. E introduzidas por intermédio da Capoeira nos estados de Pernambuco e da Bahia.

Com as fugas dos canaviais tornavam se meios de esconder se de seus algoses. E eram usados como meios de despistar seus perseguidores.

Quando notava se que algum escravo estava fora dos domínios da propriedade, ou não estavam em seus aposentos coletivos. Os encarregados de mante los sobre seus domínios e castigos montavam em seus cavalos. E empreendiam uma caçada muitas vezes noite a dentro. Alguns escravos para ajudar seus companheiros na fuga queimavam um lado do canavial. Em quanto os seus camaradas fugiam pelo lado oposto, ou mesmo por dentro das chamas, arriscando suas vidas.

FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO DO CANAVIAL EM PAUDALHO PERNAMBUCO BRASIL 

Os canaviais eram seus lugares de tortura e de trabalho forçado. Mas , serviam tanto de dia como de noite como um meio de empreender suas fugas.  Eram como um meio de se esconder antes de ir para as florestas, e posteriormente ter abrigo e proteção nos quilombos que eram pequenas comunidades de diferentes etnias fugidas de seus dominadores. As fugas eram constantes, e muitos escravos seguiam, sentido dos matos e seguindo a trajetória dos rios. E constantemente escondendo se para não serem descobertos.

Quando podiam a noite assediam uma fogueira para fastar o frio e os insetos. Mas, em grande parte das vezes não o faziam. Para evitar que seus perseguidores encontrassem sua localização. Como os donos de engenho pagavam preços altos pelos seus cativos. Novos ,oficios foram criados voltados especificamente, para a função da captura dos escravos fugidos.
FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO DA ASSOCIAÇÃO DE CAPOEIRA AXÉ IÚNA NA CASA DA CULTURA EM JABOATÃO DOS GUARARAPES PERNAMBUCO BRASIL 

Estes homens eram chamados de Capitães do Mato. Eles possuíam um treinamento em técnicas de captura, perseguição e rastreamento. Utilizavam se de cavalos como meio de deslocar se mais rápido pelo mato aberto. E por muitas vezes, de outros escravos torturados. Costumavam se utilizar dos  escravos  capturados para serem informantes, das localizações dos fugidos, e como exemplo para os que ficaram nos engenhos.

Esgotados fisicamente, desprovidos de mantimentos, armas e fisicamente debilitados os escravos começaram a desenvolver uma técnica de combate compor a corpo, baseada na observação dos movimentos de defesa e ataque dos animais.  E utilizando se de nomes de ferramentas de seus oficios como Martelo, chave e foice. E como viviam com constante contato com os animais, foram criados golpes baseado no movimento dos animais, como por exemplo:  escorpião, sapo etc. Com suas bases chamadas de jinga, que tem o ponto de gravidade baixo, e portanto mantando o lutador bem equilibrado e próximo do chão.

Com os olhos atentos e voltados para os movimentos dos possíveis agressores, o capoeirista como começou a ser chamado o lutador e praticante de Capoeira, se utilizava dessas técnicas de combate como um meio de diminuir as desvantagens nas perseguições, e aumentar a união e camaradagem entre os seus patrícios e de outros grupos.

Os golpes eram desconhecidos pelos colonizadores europeus, pois os negros se utilizavam de técnicas, dissimuladas com malicia e os movimentos se utilizavam de elementos como a terra e o ar.  Eles executavam golpes tanto no chão como no ar, fazendo com que seus movimentos focem imprevisíveis e grande eficiência para lutar contra mais de um agressor ou perseguidor.

Os movimentos com grande agilidade como por exemplo : esquivas, chutes, saltos, chaves e de grande velocidade, fazia com que os campos abertos se tornassem um local batalhas sangrentas e perigosas para ambos os lados. A luta ganhou o nome de Capoeira justamente por causa dos locais onde eram treinados os golpes. As capoeiras eram clareiras nas matas ou nas praias, que eram  utilizadas como centro de encontros entre as tribos. Muitas vezes estes locais desmatados ou seja as capoeiras eram um local de confraternização no final do dia de trabalho ou quando tinham alguma folga.

Os senhores de Engenho logicamente que não gostavam de ver seus cativos treinando Capoeira. Pois temiam rebeliões e uma certa forma de motim motivado por um patriotismo pela nova terra, no qual foram trazidos. E temiam que lideres capoeiristas fossem vistos como exemplos de força e luta contra seus senhores. Também temiam ver seus escravos treinando Capoeira pois poderiam se machucar, e isso era considerado prejudicial no trabalho.

Os escravos eram pagos com uma grande quantia pelos mercadores de escravos. E ter um trabalhador a menos entre os seus escravos, era algo prejudicial na mão de obra do campo e custoso em cuidados com sua recuperação. Os negros capoeiristas com o decorrer do tempo começaram a ganhar respeito e prestígios entre os seus. E começaram a passar  arte de combate para outros de seu grupo, e crianças
 foram se aprimorando nas técnicas e ensinamentos e assim a Capoeira foi se expandindo pelo nordeste do Brasil, e posteriormente chegou no estado do Rio de Janeiro. No qual teve grande expansão nas senzalas.

O OURO BRANCO DO NORDESTE DO BRASIL

FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO NUM CANAVIAL EM JABOATÃO DOS GUARARAPES PERNAMBUCO BRASIL 


O açúcar era uma relíquia desconhecido no continente europeu em meados do séculos XII. Chegando na Europa por intermédio dos cruzados e mercadores árabes, que comercializavam esta iguaria. O açúcar na época era utilizado com intuito medicinal. Isso em nossos dias pareceria algo entranho. Mas , que era um abito se utilizar do açúcar como ingrediente para se fazer remédios e conservantes de frutas.

Como o processo industrial era algo raríssimo, ou inexistente em muitos lugares. O açúcar consequentemente era produzido em baixíssima escala, e com má conservação. E devido ao fato de ser na época um produto raro, era considerado uma iguaria e um artigo de luxo e ostentação, por parte dos que podiam comprá-lo, e consumi-lo. Tanto ,que os seus principais consumidores eram nobres, monarcas e reis. Pois o açúcar era algo que nos nossos dias seriam inimaginável pensar, que seu peso era cobrado em ouro.  Tanto que por exemplo : o preço em alguns casos de uma saca de 30 quilos de açúcar custava em media 36 gramas de ouro.


                   O AÇÚCAR COMO HERANÇA NOS                              TESTAMENTOS

O açúcar era de um valor tão alto para as pessoas pobres, que os monarcas que possuíam as sacas deste bem colocavam, em seus testamentos quem deveria herdar após seus falecimentos. Tanto que a popularidade deste produto, entre os mais poderosos fez com que Henrique dias ainda infante, ordena se o plantio de mudas de cana de açúcar, na Ilha da madeira uma das colônias de Portugal.

Ainda no século XV, as colônias portuguesas começaram a receber mudas vindas da Cecília, e plantar as mesmas em seus respectivos solos. E levaram consigo, para outros lugares em que o solo pode se ser de boa qualidade. Para se ter uma maior produtividade no plantio dos canaviais. Com esse intuito, de conseguir um domínio na produção de açúcar, e do mercado marítimo desse produto. A América colonial portuguesa, tornou se a menina dos olhos de Portugal. Que pretendia ter o monopólio absoluto da produção, e consequentemente enriquecer ainda mais. E o lugar onde se tinha um solo de grande possibilidade de crescimento de grandes fazendas produtoras de açúcar era no Brasil. E mais especificamente na região nordeste.


             O AVANÇO E A COLONIZAÇÃO DO NORDESTE DO BRASIL

Com o avanço pelo litoral e mata Atlântica no nordeste do Brasil. Os portugueses começaram um processo de colonização. E de construção de pequenas vilas voltadas para a criação de grandes fazendas produtoras de açúcar, e da criação de grandes extensões de canaviais nas, áreas desmatadas. Com isso, a mão de obra escrava inicialmente composta dos povos nativos ameríndios, e depois com os povos de etnias negroides, trazidos do continente africano. Este financiamento vinha da Holanda e a produção era feita  no nordeste do Brasil. E o transporte, era por via marítima. Os  navios portugueses se encarregavam da responsabilidade de levar em segurança aos portos das colônias portuguesas, que eram os seus principais destinos.

Holanda se encarregava se de fazer o refino, que saia de maneira bruta. Para que pudessem chegar aos consumidores de maneira mais aceitável aos seus padrões.


                                               O NORDESTE DO BRASIL

Com o solo rico em nutrientes, e com o clima muito agradável e propicio a uma grande produção.
O nordeste do Brasil era o el dorado das oportunidades. Os que desejavam aventurar se em terras portuguesas, tinham aqui a chance de enriquecer.

Mesmo tendo de enfrentando as adversidades, e os povos nativos. Com os aspectos de uma terra para se colonizar, e com uma natureza para se desbravar. O nordeste acabou desenvolvendo uma cultura local baseada na economia, e nas tradições trazidas de Portugal. Possuía aqui as probabilidades e riquezas naturais para quem desejava investir no mercado, da produção de açúcar. Isso fez com que pequenas comunidades e vilas se desenvolvessem. E que novos oficios fossem criados para suprir as eventualidades na produção do açúcar.

Com os primeiros séculos de colonização, o nordeste tornou se o principal pólo de exportação de açúcar no mercado mundial. Com as primeiras mudas de açúcar no engenho da Capitania de São Vicente 1532, , que deu o passo inicial para que a cultura dos canaviais. Isso fez com que essa nova realidade, se torna se um retrato do que sustentaria o Brasil em seus primeiros séculos, economicamente.

As canas trazidas da Ilha da Madeira se adaptaram muito bem no solo, do chamado barro massapê, que existia no chama do engenho do Governador. Martim Afonso trouxe uma variedade, de cana de açúcar trazida da Ilha da Madeira, que seria uma das mais utilizadas neste período das capitanias.

No nordeste tem  um soro rico em nutrientes, dos quais praticamente quase toda especie e variedades das plantas nascem e prosperam. Isso favoreceu grandemente os engenhos, das capitanias próximas do litoral nordestino. Sendo assim, e favorecendo o plantio das canas de açúcar. Por mais esse motivo foi aqui que industrial prosperou. E teve grande e êxito em comparação a Rio de Janeiro, Espirito Santo e São Paulo.

Sendo assim as primeiras vilas e cidades do nordeste, foram criadas e sustentadas com o comercio voltado inicialmente para os canaviais.


 AS PRIMEIRAS VILAS E CIDADES DE PERNAMBUCO

O barro Massapê, é um solo marrom escuro muito utilizado também hoje para criar peças de artesanato muito vistas nas feiras populares, e centros de artesanato nordestinos. Este solo é de uma textura fácil de se trabalhar, e é de uma composição de calcário argiloso. Esse aspecto do solo faz com que grandes mestres desenvolvessem suas respectivas técnicas. E criassem tanto peças voltadas para o aspecto religioso, como as figuras sacras como também as figuras que mostram o cotidiano do homem nordestino.

Mas a principio o solo era apenas visto como um modo de se sustentar um marcado em expensão. Que t se transformou na principal realidade do Brasil colônia. Tanto que nas primeiras quatro décadas, pernambuco já possui-a mais 66 engenhos de açúcar. Isso fez com que os donatários das capitanias decidissem vir e investir, em suas posses de terra para assim aqui montar seus pequenos impérios comerciais em expansão.  Consequentemente o produto sendo feito com maior produtividade e mais rapidez, fez com que os preços de seus comerciantes baixassem. Devido a popularidade e fácil acessibilidade dos que podiam consumi-lo.
FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO EM IGARASSU LITORAL NORTE PERNAMBUCO BRASIL 

O donatário da Capitania de Pernambuco o senhor Duarte Coelho foi o fundador das vilas de Igarassu(1535)  e Olinda (1537 ) que estão localizadas no litoral norte de Pernambuco.

Duarte Coelho tinha o intuito de fixar os colonos na capitania de Pernambuco, mostrando as vantagens de residir aqui. E desejando trazer desenvolvimento a sua capitania, e por si mesmo administrada. Por isso decidiu fazer com que as relações entre os povos nativos e os colonos, foce de um certo modo pacifica, e pra isso ele promoveu e estimulava o casamento entre as mulheres indígenas e os portugueses colonos e residentes da capitania.
FOTO TIRADA POR EDSON SILVA EM OLINDA PERNAMBUCO BRASIL 

Também incentivou e trouxe para Pernambuco o cultivo do algodão, e estimulou a criação de gado bovino e o plantio de cana de açúcar. Oque fez que vilas fossem criadas e desenvolvessem, uma cultura local. Essa cultura,  as paisagens de Pernambuco e o povos nativos seriam retratados em pinturas feitas por artistas trazidos depois de um século por Mauricio de Nassau, com sua comitiva vinda a serviço da Companhia das índias Ocidentais.

Com as vilas feitas e em desenvolvimento, os colonos fixadas e constituindo famílias, a economia em desenvolvimento, novas formas de cultivo, a criação de gado na capitania, as relações humanas e a religiosidade sendo praticada num continente distante dos europeus, as bases da economia Pernambucana, nordestina e brasileira foram fixadas.


A CHEGADA DOS ESCRAVOS VINDOS DA GUINÉ  

Duarte Coelho com intuito de fazer com que o desenvolvimento da capitania de Pernambuco fosso mais rápida, mandou uma Carta 1539 ao rei João I I I, lhe pedindo auxilio e ajuda. Pediu que fossem trazidos escravos de origem africana do Golfo da Guiné. A capitania de Pernambuco chegou a ser a mais desenvolvida, mais prospera e produtiva em relação as demais capitanias hereditárias. Essa prosperidade perdurou até o século XVII, e fez com que o estado de Pernambuco se desenvolvesse muito culturalmente. Com esse desenvolvimento vários oficios foram criados. E como muitos não desejavam trabalhar em condições precárias em uma época do qual a exploração da mão de obra era desvalorizada, os escravos foram trazidos para trabalharem nos canaviais, nas senzalas, e demais lugares onde se tinham trabalhos forçados.

 Oficios como capitães do mato foram criados posteriormente para capturar escravos fugidos. Também foram trazidos bois, para o estado. Assim  mais uma atividade econômica se desenvolvível como  venda de leite nas vilas e a  criação de gado.

As relações humanas eram voltadas para a economia e a igreja. Por isso as atividades paravam quando soavam os sinos, e começavam as missas. Com as reuniões nas igrejas sendo realizadas, os moradores das vilas paravam suas atividades para exercerem sua fé. Essas paradas de poucas horas davam aos escravos um pouco de tempo, para ter um certo repouso em seus carceres, e pequenos aposentos coletivos. A vida cotidiana foi assim criada e se desenvolveu nas vilas e engenhos. Com uma vida prospera em certo ponto, e com as oportunidades de fazerem seus nomes respeitados entre os seus patrícios, as comunidades urbanas e rurais estreitavam relações, e criavam assim casamentos voltados parar as chamadas famílias sobres das colônias. Essa prosperidade trouxesse olhares voltados para o nordeste do Brasil. Do qual mais de um século depois atrairiam os Holandeses para o litoral brasileiro.


Por volta do ano de 1440 Portugal já possuía uma certa produção no cultivo e produção de cana de açúcar. Essa experiência lhes permitia manter se como fornecedores das colônias de Cabo Verde , Açores e Madeira e até algumas cidades italianas e Inglaterra. Com equipamentos  mão de obra qualificada e experiência, o mercado do açúcar teve sua expansão, e fez com que as colônias da America do Sul se tornassem as grandes forças econômicas, e motoras que seriam as grandes fontes e geradoras de lucro para Portugal. As organizações sociais, econômicas e culturais foram se estabelecendo e criando novos padrões e modos de vida. Estes colonos que receberam terras do rei tinha apenas a missão de colonizar a terra, e fazer com que o novo mundo torna se uma terra que seria a menina dos olhos de Portugal. Motivados pela ambição, ganancia e poder.

Os colonos numa base hierárquica que mantinha os moradores das vilas e colônias em seu poder criaram um modo de vida próprio e bem característico. Os que possuíam um engenho eram os mandatários dos demais. E exercia poder nos moradores de maneira que se faziam respeitar muitas vezes pelo temor e medo. Com o tempo os colonos começaram a vir com grande sede de poder e em grande número, e com os sonhos de serem respeitados e adquirir riquezas e na nova terra. Com o intuito de  fazerem suas vidas, e ter um padrão melhor do qual muitas vezes em Portugal não possuíam. Mas , o intuito inicial não era trabalhar. Devido a pouca mão de obra, muitos preferiram aguardar até as coisas se estabilizassem e só depois vir.

Os donos dos engenhos não vinham com o intuito de trabalhar. E menos ainda de tentar derramar suor, para que as colonias e engenhos se desenvolvessem. Vinham apenas com o intuito de obter poder lucro, e mandar nos demais. Com a escravidão dos povos indígenas, e posteriormente de povos de diferentes etnias africanas, o mercado do açúcar resumia se a basicamente lucro a base do trabalho escravo, desmatamento de grandes extensões de terra e o desejo de possuir cada vez mais lucros. Tudo isso devido ao monopólio agrícola e estatal. Que fazia do sistema  mercantil, um regime escravista. Com a monocultura  que existia na época. E por não ter livre mercado, e consequentemente concorrência para disputar os consumidores.

No começo a palavra engenho estava apenas associada a fabricação, e meios de produção de açúcar. Mas, com o decorrer do tempo toda uma cultura, estrutura e arredores de todo o sistema de produção e fornecimento de produtos derivados da cana de açúcar passaram a ser chamados de engenho. Os engenhos passarem a ser reconhecidos por causa das casas pequenas nos arredores, a Casa Grande, a senzala que era onde ficavam os escravos, as pequenas capelas, a monda, as florestas de onde eram retiradas as madeiras e as fornalhas. Toda uma cultura foi desenvolvida e baseada na produção dos derivados vindos da cana de açúcar.

Cada um tinha seu papel a desempenhar na comunidade. Os senhores de engenho possuíam destaque nesta sociedade. Não só, por possuir as terras e os meios de produção e a casa mais elevada no meio das colinas e serras. Mas, também por possuir , grande prestígios que lhes dava um stato como de nobres europeus. Muitos mandavam seus filhos para estudar na Europa, e tinham cargos de relevância na politica das comunidades. Possuíam cargos nas câmaras dos municípios, e os filhos quando voltavam da Europa ou mesmo os que ficavam para ajudar administrar ou herdar os engenhos, ocupavam importantes cargos na política municipal.

                     CONSTITUIÇÃO FAMILIAR NOS ENGENHOS 

As famílias dos senhores de engenho, não eram apenas constituídas por esposa e filhos. Muitos dos seus parentes, nascidos ou vindos da Europa residiam com ele. Seus filhos netos, sobrinhos e demais agregados como genros e noras. Era uma estrutura do qual o homem mais velho da família ou seja o patriarca Manteninha os familiares em um conviveu próximo, e nos limites de sua propriedade assim desenvolvendo vilas constituídas por seus familiares. Esta estrutura familiar era unida pelo bem esta, e dependência de todos os integrantes desde os mais jovens para cuidar para cuidar do patriarca e ter ser cuidado por ele.

As crianças cresciam e brincavam tomando banho de rio, cavalgando, pescando, passeando com os primos e irmãos mais velhos. Já as moças aprendiam tarefas básicas de casa, e recebiam mimos como perfumes e vestidos e joias. Nos dias livres alguns engenhos que possuíam uma pequena igreja ou capela, celebravam suas missas. De longe podia se ouvir os sinos por estarem localizados nas torres das igrejas, e por estas geralmente estarem bem localizadas, em pontos estratégicos e altos.

sábado, 9 de julho de 2016

JABOATÃO DOS GUARARAPES A PÁTRIA NASCEU AQUI

FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO DA PLACA DE DIVISA DE JABOATÃO COM MORENO EM PERNAMBUCO BRASIL 

Saindo do Recife, e seguindo para a região metropolitana sul chegamos 19 km depois em Jaboatão dos Guararapes.  Esta cidade que tem em seu contesto histórico o marco da união de 3 raças. Que compõem a miscigenação inicial do povo brasileiro.


localizada na região metropolitana sul do Recife. E tendo ainda em seu domínio, parte de uma extensão de mata Atlântica.  Jaboatão tem em seu passado um forte desejo de independência, que foi saciada com sangue nas batalhas dos Montes Guararapes.

Hoje em sua geografia, Jaboatão é composta de vários bairros, que no passado eram engenhos de cana de açúcar. E de plantações de fumo.  Tendo nos bairros mais afastados da parte centro, os grandes geradores de renda do município. Como por exemplo:  O bairro de Cavaleiro com seu mercado publico, e os bairros do distrito dos Curados e Prazeres no litoral.


FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO DO CANAVIAL EM JABOATÃO DOS GUARARAPES PERNAMBUCO BRASIL 

Em suas paisagens tanto nas partes centro, litoral , periférica e rural. Jaboatão tem grandes locais com potencial turísticos e históricos pouco explorados.  Que poderia gerar uma grande quantidade de renda, para os moradores das localidades e das proximidades.
FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO NO CURADO 2 DISTRITO DO CURADO EM JABOATÃO DOS GUARARAPES PERNAMBUCO BRASIL 

Alguns moradores das partes mais afastadas do centro de Jaboatão, quando são perguntados: Para A onde vais  ? eles respondem de maneira costumeira : Estou indo para Jaboatão. Mas,.... é ai que fica a pergunta. Se ele ou ela já estava em Jaboatão, como ele ou ela esta indo para Jaboatão ?


 Uma das respostas obtidas pelos moradores foi que se identificam com seus bairros, e respectivas localidades. Mas , como a parte centro da cidade de Jaboatão esta afastada dos bairros periféricos,  comunidades litorâneas e rurais. É algo costumeiro, e comum, falarem que estão indo para Jaboatão. Que na verdade, estão se referindo a parte centro da cidade, que é chamada de Jaboatão Centro.


FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO EM JABOATÃO DOS GUARARAPES PERNAMBUCO BRASIL 

Isso faz com que os moradores tenham um certo patriotismo isolado, em seus respectivos bairros. Se vendo e se identificando com os costumes do local. E muitas vezes, como morador do bairro. Mas não da cidade, em sua totalidade e atual conjuntura. Isso vem do passado da cidade. Quando grande parte da população rural, levava seus produtos agrícolas para cerem vendidos nas partes mais urbanizadas de Jaboatão dos Guararapes.

Com o decorrer do tempo essa tradição linguística e cultural foi passada de geração a geração. Mas ,esse fenômeno cultural não de restringe unicamente a cidade de Jaboatão.

Jaboatão é o segundo município mais populoso do estado de Pernambuco. estes dados foram concluídos depois de pesquisas realizada pelo IBGE em 2015. Tendo aproximadamente 686 122 habitantes residindo numa divisão de área geográfica do município,de aproximadamente 257,3 Km².  

As vias para se chegar em Jaboatão dos Guararapes são as BR s -101 e 232. Estas vias  servem de deslocamento para o interior do estado de Pernambuco. Jaboatão dos Guararapes também possuí um sistema ligado ao metrô e ônibus. Fazendo com que os bairros se interliguem, por meios de um sistema metroviário e rodoviário. 


Isso da maior acessibilidade no deslocamento para outras cidades, da Região Metropolitana do Recife ( R M R ). Cidades como por exemplo:  Moreno, Recife capital,  Camaragibe e Cabo de Santo Agostinho,  são ligadas com Jaboatão dos Guararapes. 


francisco.explorador.pe@gmail.com 

quarta-feira, 15 de junho de 2016

MENSAGEM IMPORTANTE PARA OS NOSSOS LEITORES !




Queremos agradecer a todos os nossos leitores. Tantos os que estão inscritos no blog.  Quanto os que se utilizam de nosso blog como meio de acesso, para fazerem suas respectivas pesquisas.

Temos algumas metas e sonhos. Dos quais desejamos muito alcançar. E creio que vocês, de alguma maneira, poderão nos ajudar. Creio que  muitos de nosso leitores gostam de nosso humilde trabalho, e acredito que vocês desejam que o blog melhore cada vez mais. Com um melhor trabalho, e com mais conteúdo. Para suas respectivas leituras,  e pesquisas. Desejamos muito que o estado de Pernambuco seja melhor visto ao redor do mundo.  Tanto pelo imenso potencial existente, quanto no aspecto cultural, turístico e econômico.

Em nosso humilde blog mostramos para aproximadamente 50 países, as belezas de nosso amado estado. Temos pouquíssimos inscritos infelizmente. Mas, que são fieis leitores de nossas publicações. Oque nos alegra muito. Mas precisamos de mais pessoas inscritas. E de meios de melhor exercermos esse nosso trabalho. Queremos muito, que empresas internacionais se interessem futuramente por nosso estado. E venham investir aqui. Para que muitos possam ter em suas respectivas cidades, um melhor meio de vida, e que a prosperidade possar ser uma constante, na vida de todos. Sendo assim, e trazendo mais desenvolvimento e melhorias para todos e em todos os sentidos.

Em nossas metas, queremos muito alcançar um grande número de inscritos. E também ótimos patrocinadores, e uma sede.  Nós temos algumas limitações. Que infelizmente fazem com que as matérias, demorem um pouco para serem publicadas.

E desde já lhes peço perdão. Por as vezes demorar para publicar novos conteúdos. Pois devido as limitações de nosso meios, e de nossos recursos. E a falta de apoio e incentivo, fazem com que as adversidades se Transformem em grandes obstáculos.

Temos gastos com passagem, alimentação, contas referentes a internet. E ainda temos que fazer pesquisas de campo. Temos que fazer pesquisas em muitos livros, e alguns sites mais confiáveis na net. Isso tudo demanda muito tempo, e recursos. E muitas vezes, por falta da disponibilidade de tempo e dos recursos e meios necessários, não obtemos os resultados tão desejados. E lhes estregamos as matérias com uma certa demora.

Em todos as vezes que viajei, foi com o meu próprio dinheiro. Que utilizava como meio de manter-me, em quanto fazia as pesquisas de campo. Muitas vezes tive que dormir em ônibus. Ou por falta de um lugar para descansar, ou por não ter meios no momento de pagar uma pousada ou uma hospedaria para passar uma noite. E geralmente estas pesquisas não são algo que se termina em um só dia. Mas sim, dependendo da distancia até dois ou três dias fora de casa.

Faço tudo isso para gradecer a Deus por tudo que faz por mim. E por ter me feito nascer aqui em Pernambuco. E para cumprirmos essa missão de mostrar esse maravilhoso estado para o mundo. Desejamos muito sinceramente que nos ajudem. Precisamos de uma sede, em um lugar estratégico da região metropolitana do Recife ( R.M.R). E que tenhamos empresas nos ajudando em nossas pesquisas.

Os lugares que seriam mais estratégicos e adequados para a existência de uma sede seriam por exemplo em : Camaragibe na região metropolitana do Recife, na capital Recife na parte centro da cidade, no distrito do Curado e principalmente na cidade de Moreno, que fica no final da região metropolitana do Recife. Por esta ligada a BR 232, e esta ligada ao sistema de ônibus e metrô Moreno torna se o lugar ideal para uma sede.

Queremos muito dar continuidade a este trabalho. Que graças a Deus esta sendo visto em muitos países. E acreditamos e temos fé, que ajudara a muitas pessoas.

Obrigado pela atenção
Assinado: Francisco Monteiro


Ranking dos países que mais nos visitam

   
Brasil

Estados Unidos

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francisco.explorador.pe@gmail.com


segunda-feira, 13 de junho de 2016

O MAIOR E MELHOR SÃO JOÃO DO MUNDO

Foto tirada por Francisco Monteiro no Alto do Moura em Caruaru Pernambuco Brasil


Caruaru é uma cidade do agreste de Pernambuco, situada a aproximadamente 131 km da capital Recife. Nesta cidade do qual é chamada de capital do Agreste, e capital do Forró. As tradições Pernambucanas, são absolutas, em cada lugar em que se olha. Pode se escutar e se sentir os cheiros, e sabores das comidas tipicas do nordeste do Brasil.


Como em toda cidade pernambucana. O Alto do Moura é o  lugar de maior concentração do artesanato  e tradições do Agreste pernambucano. Localizado há 7 km do centro da cidade. Com muitos atelies, de ambos os lados das ruas. O Alto do Moura, é um lugar de grande visitação no período das festas juninas.


Com muitos bares, restaurantes, lanchonetes com comidas tipicas, muita música tradicional sendo tocada ao vivo. Este lugar é ideal para quem desejar conhecer melhor as tradições nordestinas e a extrema riqueza cultural de nosso povo.

Um dos lugares que recomendamos para que visitem é a casa do Mestre Vitalino. Que nela é mostrada como era uma residencia dos sertanejos típicos, e moradores do agreste nos seculos 18 , 19 e parte do seculo 20. Também pode se ver os bonecos de barro feitos pelo mestre Vitalino.  Muitos destes bonecos, retratam o dia a dia do povo nordestino, como uma forma de representação visual de suas tradições culturais como:  a vaquejada, as bandas de pífano e os trios nordestinos.

Outros lugares que se podem ser visitados antes de ir para Caruaru são por exemplo : O Mercado de São José, Casa da Cultura, o Centro do Artesanato de Pernambuco( CAPE ), Centro do Artesanato em Bezerros, e Centro do Artesanato em Gravatá. E estes estão localizados na região agreste, e em nossa capital Recife.

Assim vocês turistas poderão ver, e conhecer um pouco de nossas tradições. Muitas das obras de arte localizadas nestes lugares mostram um pouco de como é nossa arte. Até porque, as obras de arte são trazidas do interior, para serem vendidas também na capital. Depois que fizerem estas visitas, recomendamos que visitam o Alto do Moura em Caruaru, e assim conheceram mais sobre a maravilhosa cultura do nordeste do Brasil.  E Feliz festas juninas pra todos !!!!!


Assinado: Francisco Monteiro


Estes vídeos são de nosso amigo e parceiro de trabalho no Agreste Adalberto Silva. Adalberto Silva é morador da cidade de Bezerros e mostra as belezas do semiárido pernambucano e as  festividades da cidade do qual mora.




E como não seria diferente, ele mostras as festas  Juninas na Serra Negra, que está na cidade de Bezerros Pernambuco Brasil. Bezerros é o terceiro foco das festividades juninas, depois de Caruaru e Gravatá também no Agreste Pernambucano.




Se gostam do nosso trabalho, e gostariam de nos ajudar? Se inscrevam como seguidores de nosso humilde blog. Precisamos de patrocínio para dar continuidade, e precisamos de uma sede.
Caso desejarem nos ajudar e possam, nos mandar mensagem pelo e mail:


                Francisco.explorador.pe@gmail.com





quarta-feira, 6 de abril de 2016

FELIZ ANIVERSÁRIO BELÍSSIMA E HOSPITALEIRA CIDADE DE LIMOEIRO !!!!!

FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO EM LIMOEIRO PERNAMBUCO BRASIL 



Quando viajava para algumas cidades do Agreste de Pernambuco. Passava por belas cidades da zona da mata pernambucana. Via os grandes vales verdes, formados por canaviais, e com pequenas propriedades e casas, pelo caminho. Em quanto encostava minha cabeça na janela do ônibus. Pensava na minha vida, e em todas as coisas que pretendia fazer. E em tudo que já tinha feito anteriormente.
FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO NA RODOVIÁRIA DE LIMOEIRO PERNAMBUCO BRASIL 

Fazia esta viagem quase toda semana, durante muitos anos. E isso me trazia grande paz de espirito. O que me movia em minhas jornadas ? era um desejo enorme de demostrar a Deus o quanto sou agradecido, por ter me feito nascer nesse estado do nordeste do Brasil. Que tanto amo.

Conquistei grandes amizades em cada cidade, e sempre fui muito bem recepcionado por todos. E em cada lugar em que estive. Por causa de meu Blog com amigos. Cheguei a ser noivo, de uma garota que conhecia meu trabalho, e residia no Agreste pernambucano. Mais exatamente na cidade de Cumaru que fica a 110 km da capital Recife.

Passamos dois anos nos relacionando. Até que por motivos alheios a minha vontade, tive que terminar o relacionamento. Também por motivos de egoismo, e ingratidão extrema, vindos e praticados da parte dela. Segue minha vida e meus caminhos e planos, como sempre tinha feito anteriormente. Mas sem deixar de acreditar, que as coisas podem melhorar, e que encontrarei um dia se Deus permitir, a pessoa certa para mim.

Mas não esqueço das cidades e das amizades que conquistei, em todos os anos em que viajei. E tem uma cidade no Agreste, na divisa com a zona da mata em especial, que sempre que passava e dava uma parada por lá, e me trazia grande felicidade, e alivio quando chegava.
FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO EM LIMOEIRO PERNAMBUCO BRASIL 

Esta cidade é Limoeiro que esta localizada a 77 km da capital Recife. Eu costuma ir pelo menos uma vez por semana, dar um passeio por lá. Caminhava pela ponte, indo em sentido aos restaurantes, que estão localizados do outro lado do rio Capibaribe. E lá conversava, e ficava admirando as serras localizadas ao redor da cidade. Via a belíssima igreja matriz, e os carros que levam as pessoas de uma cidade para outra.
FOTO TIRADA POR FRANCISCO MONTEIRO EM LIMOEIRO PERNAMBUCO BRASIL 

Como estes veículos são os principais meios de transporte de seus moradores, e de pessoas das proximidades. Quando queria me deslocar por exemplo para Passira, que é uma cidade vizinha, ou Cumaru que fica logo depois. Pegava umas dessas conduções, que nós levavam com certa tranquilidade e praticidade as outras cidades.

limoeiro tem um clima agradável, nem muito quente nem frio, pois esta numa localização privilegiada e o clima é sub úmido. Com sua vegetação de Mata atlântica, pode se ver muito vende em praticamente todos os cenários da cidade. E isso torna esta cidade que tenho um grande carinho, muito convidativa para ser visitada.